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Alemão de Maresias e Sylvio Mancusi vencem o Red Nose Tow In
Alemão de Maresias e Sylvio Mancusi vencem o Red Nose Tow In
Championship.
Em condições extremas, dupla supera grandes nomes da modalidade e sai da praia de Maresias como grande campeã
Terminou na última terça-feira, dia 18 de novembro, com a vitória da dupla local, Alemão de Maresias e Sylvio Mancusi, na lendária praia de Maresias, São Sebastião, o Red Nose Tow In Championship. Campeonato que reuniu a nata do surf de ondas gigantes no Brasil e que só aconteceria se uma ondulação de mais de 3 metros se fizesse presente na costa.
"Esta vitória foi maravilhosa, não poderia ter sido melhor", comemorou o paranaense Edilson Luis da Assunção, mais conhecido por Alemão de Maresias, que mora na praia desde 1980. A janela de espera para a realização do evento começou no dia 1 de julho deste ano e se estenderia até o final do mês de novembro. E só na segunda metade do último mês é que as ondas deram as caras.
Os dois dias de competição vão ficar para a história do surf
brasileiro com toda certeza. Os gráficos apontavam que uma forte ondulação, com origem primária de sul, iria atingir a região de São Sebastião, litoral norte de São Paulo, durante a segunda-feira, dia 17 e se estenderia pela terça, dia 18.
Não deu outra. Após uma tempestade arrasadora na manhã de segunda -
razão pela qual o evento foi suspenso - as ondas, depois do meio dia,
começaram a acertar. Eram três ou quatro metros de altura e formação
regular, algumas fechavam, mas outras abriam paredes enormes e tubos
assustadores.
Conforme o dia foi passando, a formação melhorou e o vento parou. Às
16 horas, o show começou pra valer. "Algumas ondas chegavam aos 5 metros de
face, a ondulação estava bem definida, as séries tinham no mínimo 3 metros
de altura. Melhorou um pouco na terça com a ondulação mais limpa e
alinhada", disse Alemão, um dos surfistas mais experientes do pico.
Na areia, os melhores brasileiros naquelas condições - lendas vivas
como Carlos Burle, Eraldo Gueiros e Rodrigo Resende - observavam seus
oponentes e vibravam a cada onda surfada. Dezenas de câmeras de foto e vídeo
apontadas para o outside, atletas visivelmente ansiosos e os jornalistas do
ramo com um sorriso de orelha a orelha. Parte da história do surf de ondas
grandes no Brasil estava sendo feita ali.
Nesse cenário épico, Sylvinho e Alemão não decepcionaram. Na primeira
fase do evento, em uma das baterias mais disputadas, Alemão começou como
piloto, e logo de cara, colocou o Mancusi em uma direita das boas. Ele
rabiscou a onda lá de fora, quando ela chegou na bancada, rodou perfeita.
Silvinho andou no tubo o quanto pôde, ela apertou no fim, ele saiu na
baforada e caiu.
Vale ressaltar que a maioria das duplas preferiu surfar bem em frente
ao palanque, que estava posicionado entre o canto direito (Moreira) e o meio
da praia. Já Alemão e Sylvinho ficaram bem à direita do palanque, próximos
do famoso e temido Canto do Moreira. Infelizmente os juízes não viram essa
onda, que com certeza foi a melhor da bateria.
Pouco tempo depois, agora mais próximos ao palanque, os dois começaram
sua caçada interminável pelas melhores ondas. Um problema mecânico no
jet-ski fez a dupla local aparecer de repente na areia, o que causou uma
certa correria no pessoal da organização, mas logo eles já estavam num
reserva à caminho do outside. Cada um pegou pelo menos duas ondas boas e a
dupla avançou para a semifinal. "Estávamos muito para a direita e os juízes
não viram nossa melhor onda, mesmo assim passamos", contou Alemão.
Na semifinal, contra Yuri Soledade / Everaldo "Pato" Teixeira; Jorge
Paccelli / Haroldo Ambrósio, mesmo ficando em segundo lugar, a dupla se
classificou para a final no critério de desempate. "Pegamos boas ondas,
coloquei o Sylvinho em uma da série, ele pegou um tubão, com os braços
abertos e erguidos e saiu na baforada".
Essa onda rendeu um 10 dos juízes e foi fundamental para a
classificação da dupla Sylvio e Alemão para a final. Passavam não só os
primeiros colocados, no caso Yuri Soledade e Pato, como o melhor segundo
colocado das duas baterias semifinais.
Embalados e com total apoio da torcida, que carregou Alemão nos braços
no fim da prova, os dois pegaram as melhores ondas da final e derrotaram sem
nenhum questionamento, nada mais nada menos que, Carlos Burle / Eraldo
Gueiros e Yuri Soledade / Everaldo "Pato" Teixeira.
Com a vitória a dupla embolsou R$ 8 mil e ganhou um jet-ski Yamaha
zerado. "Dedico esse título a toda minha família, a Deus e ao falecido Zeca Scheffer. Estou muito feliz por ter vencido em casa, diante de meus amigos", ressaltou o eufórico Alemão, atleta patrocinado pela marca brasileira South
to South.
Por Lucas Conejero
(11) 7121-1085
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Etapa de Surf Amador Catarinense na Guarda do Embaú
Jr. Maciel ficou em primeiro na Máster.
Vinicius Pereira, na Open, Ian Gouveia, na Júnior,
Cainã Barletta, na Iniciante, Luan Wood na Infantil no Feminino Aloha Maciel
A paradisíaca e preservada Praia da Guarda do Embaú, recebeu a elite do surf catarinense, na realização do Town & Country Surf Open, com a participação de 115 inscritos na competição que é válida pela nona etapa do Circuito Catarinense de Surf Amador e distribui 1000 pontos para o ranking 2008 FECASURF.
As competições iniciaram no sábado com ondas de até um metro e boa formação, muito sol e gente bonita nas areias, mas no domingo a frente fria que chegou ao estado trazendo novamente a chuva e frio, mudando também as condições do mar que ficou mexido com ondas de até um metro com formação irregular.
O destaque do evento ficou com Ian Gouveia que mostrando um surf muito expressivo garantiu o lugar mais alto do pódio nas categorias Junior e Mirim.
Pedro Husadel fez a maior nota do evento (9,25) e também a maior somatória (15,25) da competição mostrando estar numa ótima fase.
Vinicius Pereira atleta da Guarda do Embaú mostrou que conhece os caminhos da vitória no quintal de casa vencendo a categoria Open.
Luan Wood venceu todas as etapas do Circuito Catarinense que participou, garantindo também a vitória na Guarda do Embaú.
Cainã Barletta Também fez bonito vencendo a categoria Iniciantes e Aloha Maciel garantiu a vitória na categoria Feminino.
Na Categoria Máster o atleta Junior Maciel também da Guarda do Embaú se esforçou bastante para vencer seus adversários e garantir o lugar mais alto do pódio.
CLASSIFICAÇÃO DA 9ª ETAPA – Guarda do Embaú
OPEN
1º - Vinicius Pereira
2º - Gabriel Galdino
3º - Victor Valentim
4º - Renan Batalha
JUNIOR
1º - Ian Gouveia
2º - Vicente Romero
3º - Pedro Husadel
4º - Diego Michereff
MIRIM
1º - Ian Gouveia
2º - Matheus Navarro
3º - Victor Valentim
4º - João Paulo de Abreu
INICIANTES
1º - Cainã Barletta
2º - Matheus Navarro
3º - Alcides Lopes Neto
4º - João Paulo de Abreu
INFANTIL
1º - Luan Wood
2º - Lucas Silveira
3º - Alcides Lopes Neto
4º - Yuri Daberkow
FEMININO
1º - Aloha Maciel
2º - Marina Resende
3º - Bárbara Kaestner
MÁSTER
1º - Júnior Maciel
2º - Carlos Santos
3º - Rubens Farias
4º - Carlos Kxot
5 - Paulo Zulu
LÍDERES DO RANKING 2008 FECASURF APÓS A 9ª ETAPA
Open Renan Batalha 6995 pontos
Junior Marthem Pagliarini 6732 pontos
Mirim Matheus Navarro 6786 pontos
Iniciantes Cainã Barletta 7140 pontos
Infantil Luan Wood 7000 pontos
Feminino Caroline Provenzano 7122 pontos
Máster Rubens Farias 6388 pontos
Town & Country Surf Open
PATROCÍNIO: Embaú Surf Club e Kxot Surf Boards.
CO-PATROCINIO: Town & Country
APOIO: Governo do Estado, Fundesporte, Secretaria de Estado de Turismo, Cultura e Esporte, Prefeitura Municipal de Palhoça (PMP); Pousada da Bila; Fluel; Embaú Acomodações; Sp Foam; Tabuleiro Bebidas, Refaiber, Site Waves, Ric Record, Its, Hemosc, Jornal Drop, Barqueiros da Guarda.
REALIZAÇÃO E SUPERVISÃO: FECASURF - Federação Catarinense de Surf, ASPG – Associação de Surf e Preservação da Guarda do Embaú
Norton Evaldt
Comunicação Fecasurf
(048) 9907-3415
norton@fecasurf.com.br
Fábio bolla no descanso de Rei na Guarda |
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Australiano detonou as Ondas em Imbituba no Hang Loose Pro. aloha!!!
O australiano Bede Durbidge o campeão do WCT em Imbituba em dois momentos: batida e chegou a pegar um Tubo.
Não tomou conhecimento dos adversários nase surfou com muita superioridade.
Com o desempenho no Brasil, Bede também subiu para a segunda colocação no ranking mundial, ultrapassando os compatriotas Taj Burrow (então número dois e eliminado nas oitavas-de-final) e Joel Parkinson, que não veio ao Brasil. O título rendeu ao australiano US$ 30 mil e outros 1200 pontos no ranking mundial. O francês embolsou um prêmio US$ 18 mil e somou 1032 pontos. Parabéns. aloha!!!
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